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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Inclusão Escolar: o que é? Por quê? Como fazer?


 
Com esse título, Maria Teresa Eglér Mantoan, educadora atuante e pesquisadora da educação especial,nos possibilita uma série de reflexões acerca da proposta inclusiva no campo educacional destacando aspectos relacionados à crise de paradigmas e às transformações vividas pela escola desde o processo de integração até a inclusão própriamente dita de crianças com deficiência nas escolas comuns de ensino.
Neste contexto, avalia a existência de sistemas paralelos de ensino e a necessidade de reorganização da escola para oferecer uma educação de qualidade a todas as crianças. Segundo ela, "a escola brasileira é marcada pelo fracasso e pela evasão de uma parte significativa de seus alunos, marginalizados pelo insucesso, por privações constantes e pela baixa auto-estima resultande das exclusões escolar e social". (p.21)
A partir das perguntas O que é? Por quê? e Como fazer? estabelece principios relacionados à ética, às relações de poder que permeiam toda a ação educativa, além de enfatizar a importância da formação do professor neste cenário, seja ela, inicial ou em serviço.
Segundo a própria autora, em seu último capítulo, "a intenção é ressaltar o que é tipico de uma escola em que todas as crianças são bem-vindas!" (p.39) diminuindo a exclusão e ensinando de forma democrática. 
Trago esta leitura como uma dica de livro importante para quem estuda a educação especial na perspectiva da educação inclusiva. Editado em 2006, contempla muitas questões ainda pouco compreendidas na atualidade por nós educadores. Outro fator que me chamou muito a atenção neste livro foi o destaque a trechos do texto intitulados como "Ação Reflexiva" nos quais a autora nos remete à discussões que vão além do texto, enriquecendo ainda mais a leitura.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

"Aprendendo a escrever com Lucídio Bianchetti"

Esta primeira segunda-feira do mês de setembro ficará na história: aula no Laboratório de Escrita de manhã, curso de Extensão à tarde e de noite lançamento da Coletânea Toc! Toc! Toc! Eu quero entrar...pensa que acabou? Que nada! Para fechar com chave de ouro uma participação na Palestra "O escrever, o ensino e/a (da) pesquisa na universidade: desafios propulsores e inibidores" ministrada pelo Professor, Doutor em Educação, Lucídio Bianchetti. 
Ele é, também, co-organizador do livro "A bússola do escrever: desafios e estratégias na orientação e escrita de teses e dissertações" juntamente com a Professora Dra. Ana Maria Netto Machado.
Segundo a sinopse, "neste livro, pesquisadores e orientadores encontrarão eco para preocupações vivenciadas no seu dia a dia. Serão estimulados a fazer comparações a respeito das suas certezas e dúvidas, talvez julgadas, equivocadamente, como limitações ou glórias exclusivamente suas".
Uma excelente dica de leitura: não vejo a hora de começar! 


Sua abordagem foi mais do que apropriada para o momento em que estamos vivendo: a escrita "consistente" do nosso Projeto de Pesquisa no Mestrado em Educação.
Um clique, meu e da Magali: companheiras de estudo e AMIGAS na "escolinha", como costumo sempre brincar.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Lançamento do livro: Toc! Toc! Toc! Eu quero entrar!

















Nesta segunda-feira, dia 03 de setembro participei do lançamento da Coletânea:  
Toc! Toc! Toc! Eu quero entrar! 
organizada pela estimada Professora, Doutora em Educação, Ana Maria Netto Machado com a qual este semestre estou aprendendo muito na disciplina de Laboratório de Escrita no Mestrado em educação/UNIPLAC, Lages.
A coletânea é composta por artigos escritos por onze egressos do Programa de Mestrado da UNIPLAC e é financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina/FAPESC.
Parabéns a todos pelo excelente trabalho e exemplar iniciativa, em especial, para a Profª Ana Maria Netto Machado, um bom exemplo a ser seguido.


Um clique das companheiras de trajetória: 
"Penso, Logo me acho!" (Pereira, 2012) 


terça-feira, 17 de julho de 2012

A educação do deficiente no Brasil: Livros de Gilberta de Martino Januzzi


Como bibliografia básica na área da educação especial é importante ressaltar a obra publicada pela Editora Autores Associados, parte da Coleção Educação Contemporânea e escrita por Gilberta de Martino Januzzi sobre A educação do deficiente no Brasil: dos primórdios ao início do século XXI.
O livro é indicado para diferentes profissionais que atuam nesse campo, sendo considerado por Pedro Goergen (Doutor pela Universidade de Munique, professor de teoria educacional) no prefácio do próprio livro, como um "trabalho que mudará a forma de pensar de muitos leitores e que futuras pesquisas nesta área necessariamente terão como ponto de referência a proposta e os resultados da presente pesquisa". 
Vamos à leitura, então.


Outra obra, da mesma autora, que já estou providenciando é o livro A luta pela educação do deficiente mental no Brasil,  onde se destaca a importância da universalização da educação, independente dos interesses produtivos do sistema capitalista.
Confesso que, por algum tempo, jamais pensei a situação do da pessoa com deficiência sobre estes aspectos "os econômicos e os produtivos". 
Entretanto, hoje, entendo que é somente através da compreensão total da realidade em que que vivemos, do conhecimento das relações sociais,  das políticas públicas, das organizações em defesa dos direitos e da participação de todos, na educação e na sociedade, que podemos reconhecer de fato os avanços e os retrocessos no processo de inclusão.
Fica a dica!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Hoje  participei da Aula Inaugural oferecida pelo Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Educação - Mestrado Acadêmico com a presença da Professora Doutora em Educação Ione Ribeiro Valle que atua na Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC.
O tema desenvolvido em sua palestra foi "Educação escolar e justiça social" sob perspectivas teóricas ligadas à filosofia política e às ciências sociais com o objetivo de ampliar as reflexões teóricas acerca de uma educação de qualidade. 
"O que é uma escola justa?"
Um momento de muita reflexão e novas aprendizagens.
Para o processo de seleção do Mestrado também fiz a leitura de um de seus textos "Política Educacional Brasileira e Catarinense(1934-1996): uma inspiração meritocrática". 
Um artigo no qual, em resumo, as autoras investigam "a concepção meritocrática presente nas políticas oficiais destinadas à educação brasileira e catarinense ao longo do século XX".
Quero deixar a indicação de um de seus livros que adquiri no dia de hoje:
"Sociologia da Educação: currículo e saberes escolares"
"Nesta obra, que situa as mudanças que vêm ocorrendo no campo da educação e do currículo, num quadro de transformações históricas profundas, o alvo são os saberes escolares, vistos a partir de perspectivas teóricas  desenvolvidas na Grâ-Bretânha, nos Estados Unidos e na França, que tiveram grande repercussão no Brasil. A inspiração maior vem da aposta que se faz no poder da escola [...] ela é uma (talvez a única)instituição social que ainda se mantém acessível à discussão, ao debate, à negociação, à participação.  Nada, portanto, pode impedi-la de se tornar um espaço irradiador de saberes [...] contribuindo assim para dotar principalmente as novas gerações de instrumentos de análise, de reflexão e de ação política consciente". 
(TEXTO EXTRAÍDO DA ORELHA DO LIVRO) 

"Karyne, pela oportunidade de desenvolver
uma crítica profunda sobre a educação"
Lages, abril/2012
Ione

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Ostra feliz não faz pérola...


É o título do livro escrito por Rubem Alves publicado pela Editora Planeta do Brasil em 2008. 
Eu recebi  o meu como presente ainda em 2010 de uma querida amiga, mas que só agora estou lendo, pois enfim abandonei por um tempo aquelas leituras técnicas obrigatórias...para curtir uma leitura poética e prazerosa.
Estou curtindo muito!
Resolvi reproduzir aqui o texto da orelha por ser tão representativo do conteúdo do livro além de ser inspiração para quem deseja ser escritor, ou quem sabe, apenas rabiscar, assim como eu, pois...
"As  ideias não aparecem quando querem e não quando nós queremos. São como pássaros que repentinamente assentam-se no ombro da gente sem que tivéssemos chamado. Isso sempre acontece comigo. Quando as ideias me apareciam eu tomava notas curtas, por vezes um simples aforismo. O título desse livro "ostra feliz não faz pérola" me chegou assim. Imaginava que depois eu teria tempo de transformar esses pássaros súbitos em textos elaborados. Enganei-me. Os pássaros chegaram velozes , sem parar. E o tempo era curto para transformá-los em textos. O que me dava tristeza, manter meus pássaros assim engaiolados  no meu bloco de notas...Tomei então uma decisão: soltaria meus pássaros do jeito mesmo como me haviam chegado, simples e curtos. Isso estava mais de acordo com o meu jeito de ser: sou um fotógrafo. Vejo e fotografo o que vejo com palavras. Assim é este livro, sem princípio, sem meio e sem fim. Um álbum de fotografias em que cada fotografia vale por si mesma, sem precisar estar ligada à outra fotografia colada ao seu lado. Tem uma vantagem:  qualquer página é um começo e um fim". Rubem Alves
Resolvi compartilhar essa minha leitura depois que ouvi hoje, em um programa de TV, uma frase que tem tudo a ver com o título desse livro e sobre a qual pretendo me inspirar nessa fase da minha vida: "a dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional"!
Também para o autor  "Ostras felizes não fazem pérolas...Pessoas felizes não sentem a necessidade de criar. o ato criador, seja na ciência ou na arte, surge sempre de uma dor.  Não é preciso que seja uma dor doída ... Por vezes uma dor aparece como aquela coceira que tem o nome de curiosidade. Este livro está cheio de areias pontudas que me machucaram. Para me livrar da dor, escrevi."
Boa leitura para você!
Ah! Conheça a "Casa de Rubem Alves", seus textos e outras publicações.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Relembrando 2011.

Há praticamente um ano comecei a escrever neste blog.
Inicialmente, na tentativa de exercitar minha produção escrita e compartilhar na rede informações, acontecimentos, leituras e ideias relacionadas à educação especial. Mais tarde, um prazer, que nem sempre foi possível aproveitar devido aos inúmeros "acontecimentos que tumultuaram" a minha vida nesse período.
2011: um ano cheio de ocorrências: algumas infinitamente tristes outras magnificamente felizes.
A vida é assim, repleta de altos e baixos, momentos bons outros, nem tanto.
Trabalho, muito trabalho!
Saudades das amigas...muita saudade!
Estudo, leituras...decisões.
Enfim, férias...preciso muito delas!
Amanhã é meu último dia de trabalho (nesse ano, porque em janeiro tem mais!) e estou contanto os dias para descansar e viajar com a família.
Mas hoje tem espaço para mais uma dica de livro: o útlimo que comprei (nesse ano, é claro!) hehehe!
Com o título "TEMAS MULTIDISCIPLINARES DE NEUROPSICOLOGIA E APRENDIZAGEM" lançado pela Novo Conceito Editora nesse ano de 2011. tem como Editores Científicos Luíza Elena L. Ribeiro do Valle e Fernando César Capovilla.
Reúne 79 textos de especialistas em desenvolvimento humano ao longo de todas as faixas etárias. 
O primeiro deles eu já li.
Intitulado como "Compreendendo o fracasso escolar no Brasil na década de 1995-2004" é uma crítica à situação edêmica do sistema de ensino e suas práticas de alfabetização impróprias. A situação do Brasil no relatório da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) nos últimos anos soa como um alerta para a situação de não-aprendizagem das crianças brasileiras. A má formação dos professores e as políticas públicas ineficientes tem sido algumas causas apontadas. Segundo os autores:
"[...]o Ministério da Educação só tem duas alternativas: 1ª - a estratégia de pessoas conscientes, inteligentes e corajosas, que consiste em fazer um levantamento sobre a evidência científica publicada e sobre as práticas internacionais em alfabetização para descobrir como passar a ensinar com eficiência, mesmo que isso implique em mudar [...] ou a 2ª - a de personagens de gibi como burros e avestruzes, que consiste em aferrar-se teimosamente ao hábito de enterrar a cabeça no mesmo velho buraco escuro do construtivismo  em alfabetização e, então, para não ter de constatar o fracasso a cada avaliação, simplesmente suprimir as avaliações [...] ou investimos já em uma escola de qualidade, ou nos veremos forçados a continuar tendo de investir cada vez mais em presídios, casas de custódia, armamentos, segurança...para tentar nos proteger da fúria daqueles  a quem negamos um dos direitos mais fundamentais da pessoa humana: o direito à educação". 
Remediar ou acelerar ...práticas de correção de fluxo escolar, como entender tudo isso? Uma tarefa importante para todos nós professores!
Boa leitura para você.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Removendo barreiras para a aprendizagem: como?

Aproveitando a Semana Nacional de Acessibilidade e Valorização da Pessoa com Deficiência, gostaria de destacar  a publicação do Livro de Rosita Edler Carvalho, "Removendo barreiras para a aprendizagem: educação inclusiva" lançado em 2007 pela Editora Mediação.
Leitura que destaca as perspectivas da educação especial para o próximo milênio, faz reflexões sobre o termo "necessidades educativas especiais" e as barreiras de acesso e permanência ligadas aos aspectos pedagógicos e organizacionais da escola. Exemplifica os tipos de exclusão e os desafios da inclusão escolar, além do gerenciamento dos sistemas de ensino de forma a atender as especificações da educação inclusiva. Por fim, destaca a avaliação e a formação do professor por meio de um texto claro que favorece a leitura e compreensão das temáticas abordadas.


"Temos uma longa trajetória e boas razões para unir nossos esforços, discutir nossas ideias, buscando alternativas que nos permitam entrar no novo século com perspectivas mais otimistas em relação às respostas educativas de nossas escolas para todos. Uma escola que permita ajustar o ensino às diferenças individuais e que construa uma cultura de paz". (Carvalho, 2007. p.172)


Boa leitura!

domingo, 20 de novembro de 2011

12 Dicas de Literatura Afro-brasileira e africana

Esse é o título da reportagem escrita pela jornalista  Mariana Queen no site Educar para Crescer da Revista Abril. 
De acordo com a própria descrição do site Mariana é "estagiária do Educar para Crescer, faz jornalismo na USP e, tendo estudado durante toda a vida na rede pública de ensino, defende o direito a uma Educação pública e de qualidade para todos". 
Encontrei este escrito vasculhando o facebook (onde, algumas vezes, encontramos boas dicas, além de devaneios e poesias cheias de duplo sentido) como dica da minha companheira de profissão Gladis Ben, educadora e jornalista curitibanense muito dedicada às suas profissões! 
Você encontra ela em seu blog: http://gladisben.blogspot.com/
Então, vamos conhecer os livros? 
"1 – Menina Bonita do Laço de Fita
Autor: Ana Maria Machado
A autora coloca em cena, através da história de um coelho branco que se apaixona por uma menina negra, alguns assuntos muito debatidos nos dias de hoje, como a auto-estima das crianças negras e a igualdade racial.
2 – Luana, A Menina Que Viu O Brasil Neném
Autores: Oswaldo Faustino, Arthur Garcia e Aroldo Macedo
O livro conta a história de Luana, uma menina de 8 anos que adora lutar capoeira, e a historia do descobrimento do Brasil. Ao lado de seu berimbau mágico, ela leva o leitor a outras épocas e lugares e mostra o quão rica é a cultura brasileira, além da importância das diferentes etnias existentes por aqui.
3 – O Menino Marrom
Autor: Ziraldo
O Menino Marrom conta a historia da amizade entre dois meninos, um negro e um branco. Através da convivência aventureira dessas crianças ao longo de suas vidas, o autor pontua as diferenças humanas, realçando os preconceitos em alguns momentos.
4 – Lendas da África
Autor: Júlio Emílio Brás
O livro mostra fábulas tipicamente africanas para leitores de todo mundo. Nas histórias, o autor mostra um pouco do folclore africano, além de passar valores do “tempo em que os animais ainda falavam” para as crianças.
5 – Terra Sonâmbula
Autor: Mia Couto
Primeiro livro do autor africano, Terra Sonâmbula foi considerado um dos doze melhores romances do continente no século 20.  Numa estória emocionante sobre o encontro de um menino sem memória e um velhinho meio perdido pelo mundo, Mia Couto mistura símbolos tradicionais da cultura e da história moçambicana.
6 – Meu avô um escriba
Autor: Oscar Guille
A história se passa na África, mais precisamente no Egito. O pequeno Tatu é neto de um escriba. A convivência com o avô permitirá ao menino aprender cálculos, a ter contato com tradições mais antigas de seu país e a se preparar para também ser um escriba um dia.
7 – O Cabelo de Lelê
Autor: Valéria Belém
Lelê é uma linda menininha negra, que não gosta do seu cabelo cheio de cachinhos. Um dia, através de um fantástico livro, começa a entender melhor a origem de seu cabelo e, assim, passa a valorizar o seu tipo de beleza.
8 – A varanda Do Frangipani
Autor: Mia Couto
O romance policial moçambicano é marcado por palavras criadas pelo próprio autor, nascido no país onde se passa a trama. A história conta sobre o violento colonialismo em Moçambique e a superação do país a partir dessa cicatriz histórica.
9 – Bia na África
Autor: Ricardo Dregher
O livro é parte da coleção “Viagens de Bia”.  Nessa estória, Bia viaja por diferentes países da África, como Egito, Quênia e Angola.  Na aventura, a garotinha conhece, entre outras curiosidades, a história do povo árabe e dos nossos antepassados negros, que vieram como escravos da África para o Brasil há muitos anos.


10 – Avódesanove e o segredo do soviético
Autor: Ondjaki
Em Luanda, capital da Angola, África, as obras de um mausoléu realizadas por soldados soviéticos ameaçam desalojar morados da PraiaDoBispo, bairro da região.  As crianças do bairro percebem as mudanças com olhares desconfiados. Talvez elas sejam as primeiras a perceber que a presença dos soldados soviéticos significa mais do que uma simples reforma espacial.


11 – Tudo Bem Ser Diferente
Autor: Todd Parr
A obra ensina as crianças a cultivar a paz e os bons sentimentos. O autor lida com as diferenças entre as pessoas de uma maneira divertida e simples, abordando assuntos que deixam os adultos sem resposta, como adoção, separação de pais, deficiências físicas e preconceitos raciais.
12 – Diversidade
Autor: Tatiana Belinky
O livro mostra, através de versos, porque é importante sermos todos diferentes. A autora fala que não basta reconhecer que as pessoas não são iguais, é preciso saber respeitar as diferenças".

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar

Hoje recebemos a Coleção "A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar" publicada pelo MEC em 2010 composta por dez títulos:
  • A Escola Comum Inclusiva
  • O Atendimento Educacional Especializado para alunos com Deficiência Intelectual
  • Os alunos com deficiência visual: Baixa Visão e Cegueira
  • Abordagem Bilíngue na Escolarização de pessoas com surdez
  • Surdocegueira e Deficiência Múltipla
  • Recursos Pedagógicos Acessíveis e Comunicação Alternativa e Aumentativa
  • Orientação e Mobilidade, Adequação Postural e Acessibilidade Espacial
  • Livro Acessível e Informática Acessível
  • Transtornos Globais do Desenvolvimento
  • Altas Habilidade/ Superdotação
Para baixar os arquivos em seu computador, acesse a página de publicações do MEC a partir do link abaixo:
Fascículos

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O acesso de alunos com deficiência às escolas e classes comuns: possibilidades e limitações

Esse é o título de um livro escrito por Moaci Alves Carneiro lançado pela Editora Vozes em 2007.
"O movimento planetário pela inclusão é gradual e irrefreável. No campo educativo, assume ritmo acelerado pelos benefícios inegáveis que produz no projeto pessoal das identidades em construção. 
Na sociedade de conhecimento, o acesso à educação obrigatória extrapola o campo do Direito Educacional para se situar no âmbito dos Direitos Humanos Fundamentais. [...] Para subsidiar os educadores e instituições das rotas da educação inclusiva [...] basicamente defende a ideia de que a universalização da educação inclusiva supõe a materialidade dos meios e, por isso, há de ser planejada progressiva e socialmente compartilhada". (texto orelha do livro)
Possibilidades e limitações ainda muito presentes nos dias de hoje.
Entendo que um caminho já foi percorrido, o do acesso e garantia de permanência na escola, mas a qualidade do ensino precisa ganhar maior espaço e competência educativa.
Isso requer estudo e ampla discussão entre os educadores, somando experiências e compartilhando boas práticas.
Boas no sentido de criativas, inovadoras e, especialmente, eficientes, na conquista da aprendizagem.
Uma leitura para quem deseja se apropriar dos princípios básicos da educação inclusiva: legislação e acesso ao currículo.
Nesse sentido, algumas coisas podem ser ressaltadas:
I - Adaptação de objetivos
- priorização de alguns objetivos
- introdução de objetivos complementares
- introdução de objetivos alternativos
II - Adaptação de conteúdos
- priorização de conteúdos
-  adoção de conteúdos complementares
- introdução de conteúdos alternativos
III - Adaptação metodológica
- introdução de métodos e procedimentos alternativos
- seleção de atividades alternativas
IV - Adaptação dos processos de avaliação
- escolha de critérios específicos de avaliação
- escolha de critérios específicos de programação
Precisamos aprender muito à esse respeito! Então, boa leitura.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O que todo professor precisa saber sobre neurologia:

Este é o título de um livro lançado pela editora Pulso Editorial no ano de 2005 pelo escritor Vicente José Assencio-Ferreira como parte da Coleção Inclusão Escolar: capacitação para o ensino desafiador.
O livro traz informações relevantes sobre os temas
- O sistema nervoso central
- Anatomia da Linguagem
- Dislexia
- A criança Hiperativa
- Epilepsia
- Distúrbios Emocionais em escolares
- Algumas síndromes neurológicas
Em sua apresentação, o autor considera que "Temos muito trabalho pela frente e só tem um jeito de chegarmos ao fim:

  1. dar o começo em busca da mudança;
  2. adaptar-se enquanto não estamos totalmente preparados;
  3. estudar, adquirir competência, reciclar e...
  4. não desistir!" 
Muitas questões vem "tirando o sono" dos educadores, dentre elas, algumas bem práticas, relacionadas ao tipo de planejamento e a seleção de atividades. 
Uma atitude importante, neste momento, é conhecer de fato como as crianças com deficiência aprendem? quais diferenciações que  necessitam no cotidiano escolar e por que? por quanto tempo? Como podemos maximizar suas potencialidades? Dentre tantas outras...
Para tanto, precisamos ler, estudar, trocar ideias e nos aperfeiçoar! 

"A formação integral do aluno depende da formação integral do professor". (Júlio Furtado)

terça-feira, 26 de julho de 2011

Livro: Rodas pra que te quero!

...é o título do livro escrito pela professora particular de matemática e português, Marcela Cálamo Vaz Silva. Ela foi tema da Entrevista do mês da Revista Ciranda da Inclusão, em julho de 2010, onde relata a sua experiência profissional e destaca com muita importância que 
..."somente pode ensinar quem aprende"!...
você concorda com isso? Eu sim!