quinta-feira, 16 de junho de 2011

APAE de Curitibanos: um espaço para sentir, para aprender e para crescer!

Com o objetivo de "reconhecer valores e atitudes necessárias à boa convivência social, seja escolar ou familiar, que possibilite uma relação harmoniosa entre os pares, priorizando o bem estar de todos" é que a turma de SAEDE/DM, com a qual estou trabalhando neste semestre letivo, participou do Projeto desenvolvido com as turmas de 0 à 14 anos e da Mostra de Trabalhos com o tema A INVASÃO DOS SENTIMENTOS NAS HISTÓRIAS.
As atividades forma desenvolvidas conforme a temática do livro "Um mundinho de paz" da escritora Ingrid B. Bellinghausen.
Selecionei algumas fotos para compartilhar:
"Era uma vez ... um mundinho...repleto de paz!"
"Lá viviam homenzinhos que faziam de tudo pela paz!"
"Eles conheciam o seu significado e, um dia, escreveram para que todos se lembrassem..."
"Paz é ter bons sentimentos!"
"Paz é respeitar os outros!"
"Paz é entender as diferenças!"

"Paz é ter amigos!"
"Paz é ser humilde!"
"Paz é amar a natureza!"
"Paz é todos terem um lar!"
"Paz é ser responsável!"
"Paz é amar e cuidar!"
"Paz é...fechar os olhinhos na hora de dormir e desejar o bem a todos!"
"A paz começa dentro de cada um de nós!"

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Aprendizagem Significativa





É o título de um livro escrito pelo especialista em educação






(Doutor em Ciências da Educação; Mestre em Educação; Pedagogo, Psicólogo e Professor), que trata de aspectos relacionados ao ato de aprender e, concomitantemente, faz reflexões sobre posturas pedagógicas e usos de determinadas metodologias em sala de aula.

Acompanho seus textos também na Revista Aprendizagem, da Editora Melo, na qual faz importantes considerações sobre educação/escola/ensino e aprendizagem. Importantes temas a serem conhecidos, principalmente, para oa professores que trabalham com o Serviço de Atendimento Educacional Especialidado/AEE, por apresentar questões específicas sobre o processo de aprendizagem incluindo atenção, formação de conceitos, habituação, memória, percepção, solução de problemas e raciocínio. Em um dos seus textos que recentemente li, o título me chama muita atenção..."Gente de verdade só pode ser formada por gente de verdade e esse é, talvez, o nosso maior desafio como professores, tornarmo-nos, cada vez mais, gente de verdade"! (Rev. Aprendizagem, Ano 3nº15/2009)



Não somente na educação especial, como em toda a rede, cada vez mais necessitamos conhecer mais sobre Tudo, sobre o mundo circundante, além das suas fronteiras até então conhecidas.

Professor, vamos lá... Ler é fundamental!

Dito por alguém, que me parece muito sábio "para ser um bom mestre é preciso, antes de tudo, ser um bom aprendiz"! Fica a dica então, abraços.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Educação: do que estamos falando?

Não posso deixar de comentar! Percorrendo as últimas postagens dos blogs que acompanho, assisti ao vídeo sugerido no Educa Tube, editado por José Antonio Klaes Roig, intitulado como "O Resumo da Educação no Brasil".

O depoimento da "Professora Amanda Gurgel" /Rio Grande do Norte durante a Audiência Pública no dia 10/05/2011 é realmente o assunto do momento, seja nos corredores das escolas ou nas redes sociais.


Objetiva e muito coerente a professora mostra-nos uma lição sobre "a educação no Brasil" e surprende a todos!

Quem já viu, concorda! Quem ainda não viu, não perca essa oportunidade:

Fonte: you tube

quinta-feira, 31 de março de 2011

Teoria passada a limpo.

Esse é o título de uma reportagem da Revista Nova Escola ANO XXVI, Nº 240 - Março de 2011 que nos faz considerações a respeito de um aspecto, que embora muito utilizado em nosso cotidiano pedagógico, é na maioria das vezes mau compreendido: o tal do "conhecimento prévio".
O texto é de Elisangela Fernandes e segundo ela...

"...não há (ou pelo menos não deveria haver) professor que inicie a abordagem de um conteúdo sem antes identificar o que a sua turma efetivamente conhece sobre o que será tratado".
Tal tarefa é fundamental, principalmente quando tratamos de Educação inclusiva: educação para todos, na perspectiva que envolve não só o conhecimento científico, mas o desenvolvimento integral do sujeito...comecemos então, pelo princípio: o respeito sobre aquilo que a criança já construiu, dando a ela a oportunidade de crescer sempre, ampliando seu repertório intelectual. É sabido que "...dependendo da qualidade das interações de cada sujeito com o meio, as estruturas mentais - condições prévias para o aprendizado, vão se tornando mais complexas até o fim da vida". Não quero me deter neste momento à teoria piagetiana, que foi quem deu inicialmente corpo a este conceito de "conhecimento prévio".
Quando tratamos de estruturas mentais, vale lembrar que a proposta pedagógica na qual o trabalho do Atendimento Educacional Especializado esta pautado, principalmente nas escolas especiais, ligadas à FCEE, está direcionado ao desenvolvimento das estruturas mentais superiores, já que crianças com deficiência intelectual apresentam muitos prejuízos quanto ao desenvolvimento dessa área, necessitando então de maior estímulo. Como cita a reportagem, "tais estruturas são condições prévias para o aprendizado".
Mas vamos ao primeiro ponto que gostaria de enfatizar:

  • Comumente, nós professores, até realizamos a "sondagem do que a turma sabe, por considerar isso muito importante, mas efetivamente não utilizamos as informações coletadas, no trabalho diário, pois o planejamento é aquele que já veio pronto do ano passado; é aquele que copiei do livro didático, ou melhor, da internet; ou simplesmente, acabo dando maior valor ao planejamento de ensino do que à aprendizagem dos alunos...aí, pouco importa se ele está vinculado ou não aos seus interesses, necessidades ou enfim, aos seus conhecimentos prévios. Boas aulas são dadas e o conhecimento é transmitido. Não aprendeu? Reprova!

Será que estou muito equivocada ou situações assim ainda acontecem???



  • Segundo ponto: muitas vezes, as sondagens são realizadas como forma de conversas, diálogos no início das aulas, entrevistas com os alunos, assim...de forma informal, como dizemos. Mas a autora ressalta que "essa raramente é a melhor estratégia".

Pois é, mas como fazer então? "O caminho mais indicado para identificar os saberes dos estudantes é propor situações-problema, desafios que os obriguem a mobilizar o conhecimento que possuem para resolver determinada tarefa" afirma Regina Escarpa Coordenadora Pedagógica de Nova Escola.



  • Outro aspecto que me chamou muita atenção foi o fato de que "vale pôr em xeque a tese de que todos os saberes que uma turma possui sempre colaboram para a contrução de um conhecimento". Isso pode ser relacionado à presença de muitos mitos, vícios culturais ou hábitos e vivências empíricas, que podem se tornar obstáculos à afirmação de conceitos científicos, por exemplo.

Um útlimo ponto e não menos importante é:



  • esclarecer a diferença entre conhecimentos prévios e os chamados pré-requisitos, que apesar de serem usados habitualmente como sinônimos, podem ser definidos como: "Enquanto o conheciemtno prévio diz respeito aos saberes que os alunos já possuem, os pré-requisitos constituem uma lista, muitas vezes arbitrária, de conteúdos e habilidades sem as quais, teoricamente, não seria possível avançar para o conteúdo seguinte".

"Trabalhar com conhecimento prévio em vez de pré-requisitos, aprimora o ensino" finaliza Regina.


Podemos concluir então, neste caso, que muitos dos alunos com deficiência intelectual incluídos na Rede Regular de Ensino têm sido "prejudicados" ou impedidos de avançar na sua escolaridade, justamente por causa desses tais pré-requisitos, ou não?

"Na alfabetização, por exemplo, pensava-se até pouco tempo wue conhecer as letras do alfabeto era um pré-requisito para começar a escrever. Hoje, as pesquisas psicogenéticas mostram que isso não é verdade, já que as letras do próprio nomefuncionam como referencial para as crianças arriscarem a escrita". Desculpe-me por alongar tanto esses rabiscos.

domingo, 27 de março de 2011

Dia Mundial da Conscientização do Autismo: 02 de Abril


Desde 2008, a ONU (Organização das Nações Unidas) decretou o dia 02 de abril como o Dia Internacional do Autismo como forma de propor e divulgar ações de conscientização em relação ao espectro autismo. No Brasil, existe uma programação variada, envolvendo cidades de todo o país, assim como em todo mundo.




Neste dia, vista azul e contribua com esta causa!
Vale lembrar que não basta que a cor azul esteja presente em nossa rotina no dia 02 de abril de 2011, mas é fundamental que nossas mentes estejam abertas para o conhecimento, para o respeito, para a aceitação sincera, aquela que se compromete e permanece junto, como educador que busca a melhor e mais adequada forma de "ensinar" seus alunos autistas. Como já se repetiu tanto, mas que nunca perde a razão de ser, "como aquele educador que ensina, mas de repente aprende"! O Autismo ainda é algo que nos intriga e, que muitas vezes, nos afasta! E essa é mais uma oportunidade de aprendermos e crescermos juntos, como educadores, mas sobretudo como pessoas humanas. Saiba mais acessando:
Assista ao vídeo da campanha:




Fonte: you tube