terça-feira, 12 de julho de 2011

UNIAPAE - Cursos EAD

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APAE de Curitibanos - Um "Arraiá de Alegria"!

Acontece no dia de hoje a "Festa Julina" na Escola Especial Hugo Miguel Sulzbach - APAE de Curitibanos ...um encanto de organização e beleza! (Como sempre...!). Estive lá logo cedo e...
a decoração do arraiá estava linda...
o prêmio aos funcionários participantes (aqueles vestidos a caráter) um capricho só...eu adorei!!!
as apresentações criativas...
e as professoras ...hum...só alegria!

Parabéns a equipe do Grêmio da Escola
que, coordenados pelas professoras 
Andrea, Angélica, Sandra, Lucirene e Marlene
que logo estarão passando "a bola para frente" a uma nova equipe em agosto de 2011, dedicaram-se imensamente para agradar a todos neste dia.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

I Seminário Estadual de Sistemas de Ensino de Santa Catarina

Nos dias 04 e 05 de julho estive participando deste encontro, com o "objetivo de discutir as políticas de integração entre os sistemas de ensino das redes municipal, estadual e federal, visando melhorar os índices educacionais e a qualidade da educação",  promovido pelo CEE - Conselho Estadual de Educação.
Há que se destacar alguns pontos deste seminário, em especial, a presença da conferencista Dra. Profª Jaqueline Moll, representante do MEC no evento elencando  questões referentes ao "Currículo da Educação Básica: as mudanças necessárias".
Alguns pontos significativos:
  • universalização do acesso à educação: do infantil ao ensino médio.
  • permanência dos estudantes na escola com aprendizagem significativa.
  • superação da reprovação como "parte" da metodologia de ensino.
  • melhoria das condições de trabalho dos professores.
  • democratização do ambiente escolar e da relação escola-comunidade.
  • diálogo da escola com as culturas contemporâneas e com a revolução tecnológica em curso.
  • ampliação da jornada escolar para universalização da educação integral em tempo integral.
Conhecer, discutir e avaliar políticas públicas é tarefa fundamental do professor. É necessário ir além dos muros da escola e dos currículos institucionalizados (que diga-se de passagem, já estão ultrapassados e descontextualizados), principalmente no que se refere aos princípios da educação inclusiva, seja com relação aos aspectos teóricos e, essencialmente, aos aspectos metodológicos.
Participar e opinar a respeito é mais do que urgente! "A escola tem que dar ouvidos a todos e a todos servir". Anísio Teixeira.


"a educação é o ponto em que decidimos se amamos o mundo o bastante para assumirmos a responsabilidade por ele, e com tal gesto, salvá-lo da ruína que seria inevitável não fosse a renovação e a vinda dos novos e dos jovens...se amamos as nossas crianças o bastante para não expulsá-las de nosso mundo e abandoná-las a seus próprios recursos..." HANNAH ADREND

Sugestão de leitura:
  •  Ciclos na escola, tempos na vida: criando possibilidades. Jaqueline Moll/Editora Artmed.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Para ler e usar...

O livro escrito por Hamilton Werneck, da editora DP&A com o título "Se a boa escola é a que reprova, o bom hospital é o que mata" é, segundo a sua própria apresentação, para servir de leitura extensiva ou individual, em cursos de educação ou disciplinas de formação pedagógica. Ele serve a todos os educadores e aos alunos em formação para o magistério.
Clique aqui para ler um resumo feito por Maria Luciana de Oliveira.
Eu já iniciei a minha e para você:Boa leitura!

"Deficiência Intelectual e as variações no tempo de aprendizagem"

Esse é o título da sessão Especial da Revista Ciranda da Inclusão da edição do mês de  junho deste ano/ pág. 5 a 6.
Na minha opinião é mais do que comum, é certamente natural que encontremos em nossas salas de aula alunos com deficiência intelectual com ritmos diferenciados de aprendizagem. Isto porque, embora a deficiência seja a mesma, as peculiaridades relacionadas ao desenvolvimento individual de cada sujeito é o que o diferenciam enquanto pessoa, ímpar, única!
O texto nos traz considerações importantes que precisamos reconhecer em nossos alunos para que eficazmente seja estabelecido o planejamento, as ações pedagógicas/metodológicas e a avaliação, dentre outros pontos necessários à qualidade do ensino inclusivo. 
Procurei preservar na integra os aspectos citados no texto sendo que  o tempo pode ser, então, considerado conforme três aspectos:
  • ASPECTO QUANTITATIVO: "refere-se ao tempo que pode ser contabilizado , o contar das horas, dias, semanas, meses ou anos. Por exemplo: um aluno demora 30' para fazer um exercício enquanto o outro demora 3horas para realizar a mesma atividade".
  • ASPECTO QUALITATIVO:  "refere-se ao tempo interno, ao tempo que cada pessoa precisa para cada atividade, aprender algo ou fazer uma terefa". Por exemplo: o professor explica um conteúdo, um aluno demora 20' para entender e o outro, demora 3 semanas".
  • ASPECTO SEQUENCIAL: "refere-se ao tempo interno para colocarmos em prática aquilo que aprendemos na teoria. Por exemplo: após a explicação, um aluno demora 5 minutos para realizar a primeira tarefa com sucesso e o outro, demora três semanas para realizar uma atividade com esse conteúdo com sucesso". 
É importante considerar algumas dicas para o professor:   
  1. "Quando tiver algum aluno que apresenta dificuldades na aprendizagem, o mais importante é garantir que o conteúdo não seja acelerado, e nem passado em branco pelo aluno, mas que se busque formas e estratégias, materiais para que aquele conteúdo seja aprendido.
  2. O trabalho em duplas ou pequenos grupos facilita a aprendizagem dos alunos e a mediação do professor.
  3. Não exponha a dificuldade do aluno em público.
  4. Se houver necessidade de repetir o conteúdo para melhor assimilação do aluno, use metodologias diferentes para tratar o mesmo tempo.
  5. Alunos que apresentam dificuldades no aprendizado podem ser encaminhados  para o Atendimento Educacional Especializado (AEE).
  6. O aluno deve ser avaliado pelo que já consegue fazer.
  7. O aluno deve sempre estar inserido numa sla com alunos com a mesma idade cronológica que a dele".     
Ana Luíza B. Smolka,  em seu texto "O Trabalho pedagógico na diversidade (Adversidade?) na sala de aula" , destaca que a "A sala de aula é um ponto de encontro das diferentes histórias, dos diferentes percursos, dos diferentes saberes. Mas começa a ser uma lugar de descompasso, de desencontro,   quando as "dificuldades de aprendizagem" e os "problemas de comportamento" começam a aparecer".
Para tanto, cabe o conhecimento sobre toda essa adversidade sendo que "...é impossível o professor, na sala de aula, passar à margem dessas relações...", não é mesmo?

Como define muito bem Werneck "...a nós (professores) interessa que o maior número possível de alunos chegue aos objetivos, aprenda, consiga, logre êxito. O tempo fica a nosso serviço assim como a sua administração e as quantidades".

domingo, 26 de junho de 2011

Programa Escola Acessível: você sabe o que é?

O Programa Escola Acessível, estabelecido pela Secretaria de Educação Especial/MEC, desde 2009, "busca adequar o espaço físico das escolas estaduais e municipais, a fim de promover acessibilidade nas redes públicas de ensino".
A acessibilidade é mais do que um direito adquirido, é uma necessidade urgente em nossas escolas, públicas ou não, todas devem estar preocupadas com ela!
Os recursos do Programa Escola Acessível, repassados por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola/PDDE são destinados às ações de:

  • adequação arquitetônica ou estrutural de espaço físico reservado à instalação e funcionamento de salas de recursos multifuncionais;
  • adequação de sanitários, alargamento de portas e vias de acesso, construção de rampas, instalação de corrimão e colocação de sinalização tátil e visual;
  • aquisição de mobiliário acessível, cadeiras de rodas, material desportivo acessível e outros recursos de tecnologia acessível.
Mas há algo muito importante que não pode ser esquecido:

"A quebra de barreiras atitudinais começa dentro de cada um de nós, na forma como sentimos e lidamos com as diferenças dentro da nossa própria família, no nosso trabalho e na nossa comunidade"!

Esta frase é de Adilson Ventura, cidadão comprometido com a defesa dos direitos das pessoas com deficiência.